EMMANUEL


EmmanuelFigura Emmanuel materializado

Figura Física

Segundo relatos, Emmanuel tem um porte atlético. Em 1953, ao fazer uma aparição durante sessão de materialização comandada por Chico Xavier, o espírito apresentou-se com o seu 1,90m de altura e tórax largo. Dono de uma voz clara e forte, trazia na mão direita, erguida, uma velha tocha acesa.

 

O primeiro contato de Chico Xavier com Emmanuel foi em 1931. Buscando um refúgio tranqüilo para meditar e orar, o médium vai até o açude, situado nas proximidades  de Pedro Leopoldo, e lá depara-se com a figura imponente de um ser vestido com túnica típica dos sacerdotes.

Era Emmanuel, que se apresentou dentro de uma cruz que emitia reflexos dourados, explicando que o acompanhava, o tutelava, há muito tempo:

- Tenho seguido os teus passos, e só hoje me vês, na tua existência de agora,
mas os nossos espíritos se encontram unidos pelos laços mais santos
da vida e o sentimento afetivo que me impele para o teu coração
tem suas raízes na noite profunda dos séculos.
 

A aparição de Emmanuel tinha, entretanto, um objetivo determinado: o de fazer com que Chico iniciasse um longo trabalho de psicografia de textos espíritas.
Para isto, o espírito lhe fez algumas exigências:

- Está mesmo disposto a trabalhar na mediunidade?
- Sim, se os bons espíritos não me abandonarem.
- Você não será desamparado, mas para isto é preciso que trabalhe,
estude e se esforce no bem.
- O senhor acha que estou em condições de aceitar o compromisso?
- Perfeitamente, desde que respeite os 3 pontos básicos para o serviço.

Diante do silêncio do desconhecido, Chico indagou:

-Qual o primeiro ponto?
- Disciplina.
- E o segundo?
- Disciplina.
- E o terceiro?
- Disciplina.

Chico concordou com as três exigências, mas Emmanuel ainda iria lhe indicar novos procedimentos:

- Temos algo a realizar. Trinta livros para começar.
 

Tal exigência, entretanto, assustou Chico. Trabalhando como caixeiro no armazém de Felizardo Sobrinho, ele mal tinha condições de sustentar os 14 irmãos, já que seu pai era um simples vendedor de bilhetes de loteria. Como, então, escrever e publicar 30 livros se nem dinheiro para comprar papel e lápis tinha?
Emmanuel tranqüilizou-o:

- Os livros chegarão por caminhos inesperados.
 

Após este primeiro contato, Emmanuel passou a ter uma relação muito estreita com Chico Xavier. Foi responsável pela produção, através do médium, das mais variadas páginas sobre os mais diversos assuntos. Assumindo a posição de guia espiritual, orientou-lhe os passos, exigindo-lhe sempre uma postura austera.







Encarnações

O primeiro contato que Emmanuel fez com os espíritas aconteceu no século passado, quando Allan Kardec publicou o Evangelho Segundo o Espiritismo.
Nesta obra, Emmanuel envia mensagem sobre o egoísmo, que pode ser encontrada no capítulo Amar o Próximo Como a Si Mesmo.
Depois a notícia que se tem é que Emmanuel foi a reencarnação
do Padre Manoel da Nóbrega.
 

Reforçando esta tese, Chico relata, com riqueza de detalhes e veracidade histórica, missa realizada por Manoel da Nóbrega:

"Ao celebrar a primeira missa, na manhã de 29 de agosto de 1553, no alto do Inhapuambuçu, hoje Pátio do Colégio, região central de São Paulo, o eminente padre Manoel da Nóbrega foi visitado pelo apóstolo São Paulo, que lhe apareceu nimbado de intensa luz.
Redivivo, o amigo da gentilidade apontou-lhe as campinas cincunjacentes e lhe pediu fundasse no planalto piratiningano uma cidade, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que se estabelecesse sobre as quatro colunas básicas do cristianismo: amor e fé, trabalho e instrução".







Livro Há 2000 Anos Atrás, de EmmanuelNo livro Há 2 mil Anos, psicografado por Chico, o próprio Emmanuel conta a sua encarnação como Publius Lentulus, senador romano que se  tornou  governador  da  Judéia  na  época  de  Jesus.

Morreu em Pompéia durante a erupção  do  Vesúvio.   Durante  toda  a sua vida, Publius teve um único contato com Cristo,  quando foi observar seus milagres, por curiosidade.

A partir dessa aproximação, o senador fez uma   descrição   da   aparência   de   Jesus,  que  consiste  no  único documento   reconhecido   pela   Igreja   Católica.
 
 

      Abaixo, a transcrição do texto retirado do jornal O Globo do dia 21 de outubro de 1972.
 
 




 
 
 
 


 
 
 

ANDRÉ LUIZ

André Luiz


Espírito de identidade não revelada, que escolheu o nome de um dos irmãos
de Chico Xavier para apresentar-se, André Luiz revela nos livros a sua
experiência no mundo espiritual, desde o momento em que
desencarnou até o seu trabalho como orientador atual.

Médico em encarnação que precedeu as psicografias, André Luiz inicia seu relato em Nosso Lar, grande campeão de vendas dentre as obras de Chico Xavier
(já foram comercializadas mais de um milhão de cópias desse livro)
descrevendo sua passagem para o outro plano, reconstruindo com detalhes
todo o trajeto feito, desde que ingressou num túnel escuro e apavorante,
onde era perseguido por espíritos das trevas que o chamavam de suicida.
Sem ter se matado, André Luiz fica, durante muito tempo, sem entender
o motivo da acusação, até que um espírito superior o esclarece que,
por ser fumante, era visto pelo plano espiritual como alguém que,
mesmo inconsciente, havia retirado a própria vida.

Livro Nosso Lar, de André LuizAlém do relato de suas experiências após a morte do corpo físico, encontradas em 16 livros da série Nosso Lar, André Luiz ainda tem mais quatro volumes, dedicados ao campo biomédico, além de outras publicações.

Por sua familiaridade no trato deste tema, muitos acreditam ter sido ele
o grande cientista Oswaldo Cruz, irradicador da febre amarela nos Estados do
Rio de Janeiro e São Paulo; mas há quem aponte Carlos Chagas
como última encarnação que ele teve.


 
 


 
 
 

HUMBERTO DE CAMPOS ( Irmão X)
 

Humberto de Campos passou a se identificar como Irmão X, nos textos psicografados,
após sua viúva e seus filhos terem movido ação, pleiteando na justiça uma manifestação preliminar capaz de justificar uma outra ação, visando o recebimento dos
direitos autorais, relativos às obras mediúnicas recebidas através de
Chico Cândido Xavier, com a assinatura do escritor.

A ação virou notícia nos grandes jornais da época e provocou acirrada discussão sobre se seriam realmente de Humberto de Campos os textos recebidos pelo médium mineiro.

Muitos entraram no debate. O escritor Mário Donato assinou artigo no jornal
Estado de São Paulo, no dia 12 de agosto de 1944, no qual dizia:

"Ou se aceita Humberto subsistindo no outro mundo
ou se aceita Chico Xavier valendo por um Humberto
e mais meia dúzia de cérebros arquiprivilegiados".

A polêmica encontrou um ponto final quando foi proferida sentença judicial,
que entendia que os direitos da pessoa acabam após a sua morte,
tornando improcedente, assim, ação movida pela família do escritor.

Quando encarnado, Humberto de Campos escreveu 42 livros, além de Histórias Maravilhosas para crianças, editados pela revista Tico-Tico. Nasceu no Maranhão, no dia 25 de outubro de 1886 e desencarnou no Rio de Janeiro, a 5 de dezembro de 1934.

Jornalista e escritor, era respeitado nos meios intelectuais e ingressou na Academia Brasileira de Letras. Quando encarnado, já havia aderido ao Espiritismo.
 
 
 
 


 
 
 

MEIMEI

Meimei
 

Meimei é uma expressão chinesa que significa "Amor Puro" e que foi dada
por apelido por Arnaldo Rocha à sua esposa Irma de Castro Rocha.
Nascida no dia 22 de outubro de 1922, em Mateus Leme, em Minas Gerais,
ela desencarnou em 1° de outubro de 1946, antes de completar 24 anos,
vítima de um ataque de nefrite crônica, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Quem conviveu com ela atesta que foi criatura caridosa e sempre pronta a auxiliar
os que sofriam, através de uma palavra consoladora ou de ajuda financeira.
Apesar de pouca idade, preferia uma boa leitura aos divertimentos, o que,
entretanto, não impedia de estar sempre alegre e feliz.
Modesta, nunca se vangloriava de suas qualidades pessoais
e da grandeza de seu coração.
 
 
 
 


 
 
 

AUTA DE SOUZA

Auta de Souza
 

Poetisa, Auta de Souza nasceu em Macaíba, pequena cidade do Rio Grande do Norte,
no dia 12 de setembro de 1876, e, apesar de ter desencarnado cedo - com apenas 24 anos - chegou a lançar um volume de poesias, chamado Horto, que rebeu prefácio de Olavo Bilac.
A primeira edição desse livro saiu em 1900 (um pouco antes de sua morte) e esgotou-se rapidamente - em dois meses - o que veio a se repetir com a segunda edição, em 1911.
Em 1936, foi tirada nova edição, a qual recebeu prefácio de Alceu Amoroso Lima.

Apesar da boa aceitação do seu livro nos meios literários da época, Auta não teve oportunidade de completar os seus estudos.  Sua escola foi a vida, na qual recebeu
lições de muito sofrimento e dor. Cedo, ficou órfã e ainda criança, assistiu
à terrível morte de um irmão que muito gostava, que foi consumido pelo fogo.
Já aos 14 anos começam a se manifestar os primeiros sintomas da tuberculose,
doença de difícil cura na época, e que iria lhe diminuir as forças,
até tirá-las totalmente dez anos depois.

Com a alma presa a um corpo doente, ela escreveu versos em que a tristeza
vinha misturada com a ternura e um forte sentimento de fé.
Seu estilo peculiar mereceu a consagração popular, alcançando
grande repercussão junto às pessoas simples.
A mesma sinceridade pode ser observada nas psicografias
enviadas através de Chico Xavier.
 
 
 


 
 
 

IRMÃ SCHEILLA

Irmã Scheilla
 

Cópia da foto de Sheilla, tirada em reunião de materialização, realizada com
o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro.

Os traços fisionômicos de Sheilla na fotografia são entusiasticamente confirmados
por Dª Maria Augusta de Holanda Fontes, que participou da reunião de materialização realizada com a presença de Peixotinho, em Fortaleza, Ceará, e que chegou
a tocar nas tranças de Scheilla.

Scheilla nasceu na Alemanha e desencarnou por ocasião do primeiro bombardeio da RAF
em Berlim, na 2  Grande Guerra Mundial, soterrada em pleno desenpenho
de sua função de enfermeira, em um abrigo de crianças.

Ao se reposicionar no mundo espiritual, optou por atuar no Brasil, onde
se encontravam seus afins, inclusive o médium Peixotinho.

 

"O mundo se encontra cheio de coisas materializadas, em todas as faixas de vida.
No entanto, os Espíritos Superiores empenham-se em se materializarem,
quando oportuno, para os homens, para que eles vejam e despertem para
a fé na vida, que continua sempre, nas variadas dimensões do existir.

"Quantas vezes tivemos a felicidade de pegar nas mãos humanas,
fazendo-nos visíveis para os nossos irmãos da Terra, saudando-os
com o nosso gesto de alegria, complemento divino do amor".

"Muitos duvidaram da nossa presença, mas muitos ainda conservam
na lembrança e no coração a nossa palavra, como serva de Jesus.

Mesmo com nossas deficiências, o nosso ideal era e é de servir,
com prazer de ser útil".

Sheilla

 
 
 
 
 
 
 
 

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