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| Secret Words: the Spiritual and the Material World | ||||||||||||||||||||
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Mulheres de olhos fechados repetidamente aparecem em suas obra. No primeiro momento ao observa-las nos vem um relance de sua apar�ncia, seu delineado e suas formas, mas entao, instintivamente, ao observar seu semblante, somos levados por um sereno sentimento meditativo. O mundo real e ficcional se confrontam como a relacao complexa entre o "mundo material e espiritual", as tenta�oes do corpo e as necessidades espirituais da alma. Estes dois extremos sao intrincicamente interrelacionados na vida e n�o podem ser vistos como polos opostos ou mundos separados. Paul Donker Duyvis cria uma atmosfera japonesa toda particular, n�o simplesmente utilizando objetos tipicamente japoneses como kimonos, leques,e arroz e seus modelos de aparencia oriental. Estes sao obviamente japoneses, ou assim por dizer orientais; sao atributos, mas que n�o passam de meras propriedades de seu trabalho. As caracteristicas japonesas se revelam mais claramente na ambiguidade de suas imagens. Os japoneses tem entre si um comum acordo entre eles n�o mencionado de n�o considerar assuntos de natureza paradoxical como sendo paradoxical. |
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As diferencas entre os elementos contraditorios sao apresentados de modo amainado, camuflageados em uma certa vaga ambiguidade. Para o ocidental ambiguo e lucido sao considerados opostos, porem o japones toma esta vaga ambiguidade como uma maneira de entender as varias camadas de possiveis significados. Estas caracter�sticas podem tambem ser reconhecidas no trabalho de Paul Donker Duyvis, reconfirmando o sentido de uma aura japonesa em sua obra. The real and the fictional world can be considered as the complex relationship between the ?material and spiritual world?, the temptations of the body and the spiritual duties of the soul. These two extremes are strongly interrelated in human life and should not be seen as opposite poles or separate worlds. |
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Paul Donker Duyvis creates a Japanese atmosphere in his work, not only by using typically Japanese objects such as kimonos, fans and rice or Oriental-looking models. These are obviously Japanese, or rather Oriental, attributes, but still just properties of his work. These Japanese characteristics merge strongly with the ambiguity of his images. The Japanese have an unspoken agreement not to regard paradoxical matters as paradoxical. Contradictory elements are presented on a common level instead, camouflaging them with a certain vague ambiguity. To Westerners, ambiguity is opposite to clarity, but the Japanese perceive this vague ambiguity as a means of understanding the many layers of possible meanings. These characteristics can also be recognised in his work, strengthening the sense of Japanese aura. Yuri Fujimoto |
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