clique para imprimir esta pαginaclique para imprimir este documento "A [...] ESCΣRIA DE ESTAR VIVO"
"A [...] Escória de Estar Vivo"

à Professora Cleonice Berardinelli
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Álvaro de Campos, "Poema em linha recta"

Lisboa, 7 de fevereiro de 1874. Há apenas três anos das Conferências do Cassino, no momento em que a Literatura Portuguesa ainda digeria as trovoadas da Questão Coimbrã, o jovem Cesário Verde, às vésperas de completar dezenove anos, publica no Diário da Tarde o soneto "Heroísmos". Dias depois, a 12 de março, no mesmo periódico, é a vez da elegia em terza rima "Cinismos". Nestes poemas, principiamos por ouvir um jovem poeta – como tantos outros – a cantar os temas sobre os quais Camões edificara sua obra: respectivamente, o mar e o amor. Contudo, o poeta-pintor que se viria revelar nas estrofes de "Num bairro moderno" (1877) dá-nos duas brilhantes lições de caricatura (poética), onde o riso, em sua condição agressiva, marca o tom – mais que irônico – sarcástico com que Cesário desfecha magnificamente seus poemas.

Eu rindo, sem cuidados, simplesmente,
Escarro, com desdém, no grande mar! ("Heroísmos", vv. 14-15)
E eu hei-de, então, soltar uma risada... ("Cinismos", v. 16)

Neste caso, o de "Cinismos", ouve-se uma voz elegíaca estender-se, "lugubremente" (incipit), em dolorosas confissões/revelações, durante doze versos: "Hei-de expor-lhe o meu peito descarnado" (v. 4), "Hei-de abrir-lhe o meu íntimo sacrário" (v. 7), "Hei-de mostrar, tão triste e tenebroso, / Os pegos abismais da minha vida" (vv. 10-11). No último terceto, ante o sofrimento do poeta, sua interlocutora, enfim "constrangida, / Cheia de dor, tremente, alucinada, / [...] há-de chorar, chorar enternecida!" (vv. 13-15). Finalmente, como nos poemas de Camões, Cesário insere o verso derradeiro para fechar, com rimas intercaladas, a última estrofe; e é neste momento que ouvimos, em contraponto ao choro comovido de uma mulher, a sarcástica "risada" do poeta (v. 16), a justificar o título do poema: "Cinismos".

A escolha da forma é sintomática em pelo menos dois aspectos: primeiro, pelo fato de Camões ter escrito a maior parte de suas elegias em terza rima, e sabemos que a elegia é, segundo a definição de Aurélio Buarque de Holanda, um gênero de "poesia consagrada ao luto e à tristeza"; segundo, por ser a terza rima a forma que admite, em nome de uma maior harmonia rimática, um verso a mais, e por ser justamente neste verso que Cesário quebra a harmonia semântica de sua elegia. Aliás, excetuando este último verso, o poema seria uma característica elegia ultra-romântica, não fosse o eu lírico um cínico, não fosse o poeta Cesário Verde.

Contudo, seria precipitado julgar que Cesário estaria rindo grosseiramente da poesia de Camões, do amor ou das mulheres. Se não bastasse a altura do poeta, caberia perguntar: que motivos teria para isto, para rir do que, quando não provoca lágrimas, promove sorrisos? O riso que ouvimos, ao fim de um discurso exageradamente romântico, é sobretudo um sarcasmo direcionado aos que, sem sarcasmo, ainda se comoviam – e procuravam comover – com este mesmo tipo de discurso, apesar dos esforços de Antero e da Geração de 70.

É, portanto, de uma espécie de ultra-romantismo-tardio a engenhosa caricatura traçada por Cesário, que neste mesmo ano, como ficou dito, já publicara um poema semelhante: "Heroísmos". Neste soneto, mais propriamente em seu último verso, o poeta que cantaria as mulheres feias (cf.: "Num bairro moderno", v. 20; "Contrariedades", v. 67), que introduziria parafusos ("O sentimento dum ocidental", v. 138) e cigarros ("Contrariedades", v. 3) no léxico poético em português, desconcerta o leitor quando utiliza uma palavra não apenas comum, como o são parafusos e cigarros, mas carregada de uma vulgaridade acentuada: sem eufemismos, Cesário literariamente escarra, "com desdém, no grande mar" (v. 14).

Tal como em "Cinismos", ouviremos em "Heroísmos" a voz de um poeta exageradamente romântico a confessar o seu temor pelo mar. Assim, os dois quartetos do poema são iniciados anaforicamente por "Eu temo", ao que se segue a descrição do objeto deste temor, um mar terrivelmente adjetivado: "enorme, / Solene, enraivecido, turbulento, / Erguido em vagalhões, rugindo ao vento" (vv. 1-3), "largo [...], rebelde, informe, / de vítimas famélico, sedento" (vv. 5-6).

Parafraseando António Vieira, a professora Cleonice Berardinelli costuma dizer que "terrível palavra é a adversativa", e é com uma adversativa que Cesário irá realizar a reviravolta revelada nos tercetos do soneto em questão: "Contudo, num barquinho transparente," (v. 9) "Eu rindo, sem cuidados, simplesmente, / Escarro, com desdém, no grande mar!" (vv. 13-14). Portanto, Cesário não apenas escarra, mas desdenha e ri, cinicamente, do discurso que acabara de proferir, pois não é no mar que o poeta na verdade escarra. O mar é, em "Heroísmos", certamente uma metonímia, não da epopéia de Camões, mas da leitura ultra-romântica desta epopéia, ou "de uma certa economia mental portuguesa que", segundo as palavras de Jorge Fernandes da Silveira, "a partir d'Os Lusíadas, confundiu ficcionalização do fato histórico com historicização da ficção"1. Aos dezoito anos, Cesário Verde será, portanto, "o primeiro poeta português a sujar a via da glória nacional"2.

Porto, 10 de junho de 1880. Nesta data, em que Portugal celebra – por suposição – o terceiro centenário da morte de Camões, em publicação extraordinária do Jornal de Viagens, vem à luz "O sentimento dum ocidental", no dizer de Joel Serrão, a obra-prima de Cesário Verde3. Com 44 decassílabos e 132 alexandrinos, rigorosamente dispostos em 44 quartetos, divididos em 4 partes de 11 estrofes cada, "O sentimento dum ocidental" faz de Cesário Verde – mais uma vez recorrendo a Jorge Fernandes da Silveira – "o maior intérprete d'Os Lusíadas"4, ao adiantar "uma das mais inovadoras proposições de interlocução com o passado: minimizar no presente a monumentalização do passado"5.

É, portanto, sob a ótica da "desmonumentalização" de Camões que podemos compreender o que faz um monumento do "épico de outrora" (v.68), abandonado "num recinto publico e vulgar, / Com bancos de namoro e exíguas pimenteiras" (vv. 65-66). Sob a mesma ótica, podemos ler os "barões" do passado transformados – talvez por uma súbita "visão de artista" ("Num Bairro moderno", v. 31) – nas "varinas" (v. 36) de Cesário, que, "à cabeça, embalam nas canastras / Os filhos que depois naufragam nas tormentas" (vv. 39-40); e, com Camões e os barões, vai também o mar ser "desmonumentalizado", significativamente, no último verso da primeira parte do poema, onde vemos a vida marinha funcionar como agente da doença e símbolo da sujeira: "E o peixe podre gera focos de infecção" (v. 44).

Portanto, a relação Cesário/Camões pode ser compreendida no sentido da "desmonumentalização" tanto do discurso amoroso, caso de "Cinismos", como do mar, que leva consigo boa parte do discurso patriótico de então, caso de "Heroísmos" e, em parte, de "O sentimento dum ocidental", como se Cesário dissesse: "Camões não é o pastelão patriótico-clássico que durante anos tem sido"6, mas foi Jorge de Sena quem disse isto.

*   *   *

Ilha de Moçambique, 20 de julho de 1972. No ano em que Portugal comemora o quarto centenário da publicação d'Os Lusíadas, Jorge de Sena faz uma fecunda viagem à ilha onde Camões passara os terríveis dois últimos anos de seu exílio. Durante esta viagem, o poeta escreve "Camões na ilha de Moçambique", que será publicado ainda no mesmo ano, juntamente com outros textos também alusivos a Camões, de que falaremos adiante, no volume ilustrado Camões dirige-se aos seus contemporâneos.

As relações entre "Camões na ilha de Moçambique" e "O sentimento dum ocidental" foram já apontadas por Gilda Santos no estudo "Camões e as navegações vistas da Ilha de Moçambique"7, onde lemos: "Relembrando versos famosos de Cesário Verde – 'Brônzeo, monumental, de proporções guerreiras, / Um épico doutrora ascende num pilar' [vv. 67-68] – que igualmente desdenham do uso oficial que os séculos vêm fazendo do poeta, Sena denuncia o contraste: 'Não é de bronze, louros na cabeça, / nem no escrever parnasos, que te vejo aqui.' [vv. 41-42]". "Aqui" é, portanto, a Ilha de Moçambique, mas não a mesma, posto que visitada por outro poeta, em outro momento histórico, o de Jorge de Sena, o que pode validar a paráfrase Não é de bronze que te vejo agora, e o complemento: um século depois de Cesário, quatro séculos depois de ti.

Prosseguindo na relação proposta, podemos ainda perceber que, assim como "O sentimento dum ocidental", "Camões na Ilha de Moçambique" é um poema composto exclusivamente por alexandrinos e decassílabos – com respectivamente 14 versos obedecendo ao primeiro metro e 55 ao segundo –, que compõem a única estrofe do poema. Além disto, cabe lembrar que ambos os poemas foram publicados em anos comemorativos da vida e da obra de Camões.

Julgamos ter, portanto, indicações suficientes para desconfiar de que entre Sena/Camões pode inscrever-se um vínculo Sena/Cesário, advindo de uma conjugação anterior: Cesário/Camões. Todavia, será em relação a "Heroísmos" que, semanticamente, Jorge de Sena invocará Cesário Verde, neste poema sobre Luís de Camões. Recordemos, primeiramente, que, segundo Gilda Santos, Jorge de Sena e Cesário Verde "desdenham do uso oficial que os séculos vêm fazendo" de Camões e lembremo-nos de que o desdém é marca indelével do sarcástico desfecho de "Heroísmos": "Escarro, com desdém, no grande mar!"

A "desmonumentalização" radical das ruínas a que Cesário Verde delegara o mar camoniano dá-se, no poema de Jorge de Sena, por duas vias: a) se foi Cesário Verde quem inseriu o "escarro" na literatura em português, foi Jorge de Sena quem hiperbolizou este "escarro" a dimensões escatológicas em "Camões na ilha de Moçambique"; b) enquanto, no soneto de Cesário, o eu lírico é o responsável pelo ato de escarrar no mar, no poema de Sena, Camões irá defecar no mar, sendo o eu lírico a "testemunha" deste quadro constrangedor, que se estende em alusões, comparações e reflexões, longamente, desde o verso 36 até ao 69, que desfecha o poema, significativamente: "igual ao que se esquece e se lançou de nós."

Certamente, Camões está, neste poema, submetido ao ridículo, mas não ao ridículo de uma situação excepcional. Seria justo inquirir – como se fez com Cesário – que Jorge de Sena estaria ridicularizando Camões em sua poesia? Que razões teria para isto um dos maiores camonistas da Literatura Portuguesa? O que Camões está fazendo "na Ilha de Moçambique" é o que qualquer Luís faria, algo mais certo do que tudo o que se sabe, deduz ou desconfia, da vida do poeta, tão certo quanto que respirou, tão exato quanto dizer que foi um homem, o homem que já era antes de ser poeta, e que certamente não deixou de ser. Morto, Camões nos chega apenas como poeta. Foi pouco para Jorge de Sena...

Não [...] biografei, imaginosa e eloquentemente, a figura célebre, chorando a alma minha, nadando com o manuscrito de fora, lendo Os Lusíadas ao rei, ou metido em uma gruta onde não cabe senão um anão. [...] Procurei mesmo fazer esquecer todo o romanesco sentimentalório e todo o patrioteirismo sebastianista com que o seu lídimo génio tem sido enxovalhado8.

Com estas palavras, Jorge de Sena encerrava, depois de algumas observações finais, a sua conferência "A poesia de Camões – ensaio da revelação da dialéctica camoniana", proferida no Club Fenianos Portuenses, a 12 de junho de 1948, nas proximidades, portanto, do chamado "dia de Camões". Ainda que esteja, no contexto de que foi extraída, referida ao tom do ensaio de que faz parte, esta passagem pode encontrar ecos na literatura que Jorge de Sena escreveria mais de uma década depois.

Tanto em "Super Flumina Babilonys" (1966), quanto em "Camões na ilha de Moçambique" (1972), Jorge de Sena glosa, propriamente, a biografia de Camões. Em ambos os casos, revela-se-nos um Camões radicalmente humanizado, nada lendário ou mítico, e sem nenhuma eloqüência em seu tratamento descritivo. Jorge de Sena não irá, definitivamente, invocar "Camões no Sul, salvando um livro a nado", como faz Cesário ("O sentimento dum ocidental", v. 23), que invoca o monumento para transformá-lo em ruínas, pois o fato de estar em ruínas não faz com que o Coliseu, por exemplo, deixe de ser monumental. Assim, para além de "desmonumentalizar", Sena pretende "re-humanizar" Camões, mesmo que, para tanto, seja necessário submetê-lo a integrar-se à "mal-cheirosa escória de estar vivo" ("Camões na ilha de Moçambique", v. 40).

Mais que ridícula ou constrangedora, é degradante a condição de Camões enquanto personagem do conto "Super Flumina Babilonys", onde a escatologia de "Camões na ilha de Moçambique" encontrará por correlato a patologia que supostamente envolve o fim da vida de Luís de Camões, "o poeta que praticou o amor até a destruição da carne"9, cujas pernas inchadas com que se arrasta, desde o início do conto, revelam "a monstruosidade dos castigos reservados a quem se entrega aos pecados da carne"10. Assim, na ficção de Jorge de Sena, Camões é perceptivelmente vítima de doenças venéreas, etimologicamente portanto associadas à Vênus, a deusa que conduz e celebra seus Lusíadas, durante a viagem e sobretudo na Ilha dos Amores, onde tudo tem ares de saúde.

Desta forma, enquanto Cesário, em "Cinismos", sarcasticamente "desmonumentaliza" um certo discurso romântico, que pode ter ecos da poesia lírica de Camões, e provavelmente os tem dada a dimensão da poesia camoniana na Literatura Portuguesa, Jorge de Sena mostra que as mesmas experiências que podem levar ao sublime discurso romântico, que se suponha de experiências amorosas advindo, podem conduzir também à destruição da carne, através da doença. Jorge de Sena consegue isto, mais uma vez, "re-humanizando" Camões, submetendo-o a possibilidades que apontam para o homem que necessariamente existiu por trás de seus versos, que não está dentro de um monumento a ser desesculpido, mas que pode existir muito acima de qualquer bronze, ainda que dolorosamente "re-humanizado". A lírica de Camões consagra o amor em sua condição mais sublime, mas a interpessoalidade que pressupõe a consumação deste amor pode, organicamente, ter tido no poeta as conseqüências que Jorge de Sena levanta como possibilidades ficcionais em "Super Flumina Babilonys". Estes "castigos [...] da carne" podem ainda estender-se à impotência ("Agora, alquebrado e impotente,..."11), condição que será cruamente insinuada em "Camões na ilha de Moçambique" (vv. 46-48): "Pendendo para as pedras / teu membro se lembrava e estremecia de recordar na brisa as croinas mais as damas". Certamente, é mais verossímil, justamente por ser mais humano, Camões ter sofrido na carne – por doença ou exaustão – as contingências operadas em decorrência de determinados amores, que ter salvo o manuscrito d'Os Lusíadas a nado. Jorge de Sena parece ter Camões, neste momento, sobretudo sob a lente da verossimilhança.

Tão verossímeis quanto, mas talvez ainda mais radicais e moralmente degradantes, são alusões à consciência de Camões: um "vácuo tenebroso, um vórtice sombrio em que flutuavam farrapos de versos e de coisas vistas"12. Segundo o narrador de "Super Flumina Babilonys":

Os seus versos, agora, haviam-no abandonado. [...] E não tinha deles saudade alguma. Não fora nunca para si próprio que os escrevera. Para os outros, sim. Para que o ouvissem, para que o admirassem, para que o entendessem, para que vissem como tudo, na vida, tinha um sentido exacto que só ele era capaz de achar, uma arquitectura que não teria tido sem ele, uma beleza que não existe senão como idéia que primeiro é pensada por quem é digno dela13.

E mesmo tudo o que escrevera lhe parecia incerto que o tivesse sido abnegadamente, já que sempre ansiara pelo reconhecimento alheio, pelo triunfo, pela glória, pelos prémios, a ponto de contentar-se com o sorriso constrangido dos ignorantes a quem lia os poemas14.

Nesta contundente avaliação, por parte do narrador, da consciência ou do juízo que Camões faria de seus versos ("não tinha deles saudade alguma") e de sua intenção poética (pois escrevera "para que o ouvissem, para que o admirassem, para que o entendessem", "nunca para si próprio"), salta aos olhos a imagem de um homem vil, a reconhecer sua vileza, num momento que tudo indica ser inevitável a honestidade consigo mesmo. Esta vileza tem ainda por agravante o objeto a que se remete imediatamente: os versos. É afinal mesquinha a resignação do poeta que "ansiara pelo reconhecimento alheio, pelo triunfo, pela glória, pelos prémios" a "contentar-se com o sorriso dos ignorantes a quem lia os poemas". Contudo, Camões deve ter efetivamente passado seu desterro cercado de pessoas que não lhe poderiam alcançar os versos, como sua amante oriental que provavelmente ignorava a língua portuguesa; e , talvez por supor que na pátria teria o reconhecimento almejado (e merecido), Camões tenha desejado tanto seu regresso. Agora, no tempo de "Super Flumina Babilonys", de volta a Lisboa, Camões não pode mais se iludir e é o reconhecimento da própria vileza que o põe, humanamente, acima de ter sido vil – vil como qualquer homem teria sido em circunstâncias tão adversas.


Bibliografia:

SANTOS, Gilda. Camões e as navegações vistas da Ilha de Moçambique. In: Boletim do SEPESP, v. 6. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras - UFRJ, 1995.

SENA, Jorge de. A estrutura de Os Lusíadas. Lisboa: Edições 70, 1980.

_____________. Antigas e novas andanças do demónio. Lisboa: Edições 70, 1984.

_____________. Poesia III. Lisboa: Edições 70, 1989.

_____________. Trinta anos de Camões (vol. I). Lisboa: Edições 70, 1980.

SILVEIRA, Jorge Fernandes da. Cesário Verde – Todos os poemas. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1995.

VERDE, Cesário. Obra completa. (estudo e org. de Joel Serrão) Lisboa: Livros Horizonte, 1992.


Notas

1. SILVEIRA, Jorge Fernandes da. Cesário Verde – Todos os poemas, p. 18.

2. Idem, ibidem, p. 7.

3. VERDE, Cesário. Obra completa. (estudo e org. de Joel Serrão), p. 17.

4. SILVEIRA, Jorge Fernandes da. Cesário Verde – Todos os poemas, p. 16.

5. Idem, ibidem, p. 18.

6. SENA, Jorge de. A estrutura de Os Lusíadas, p. 11.

7. SANTOS, Gilda. Camões e as navegações vistas da Ilha de Moçambique, p. 159-160.

8. SENA, Jorge de. Trinta anos de Camões (vol. I), p. 30.

9. SENA, Jorge de. Antigas e novas andanças do demónio, p. 159.

10. Idem, ibidem, p. 157.

11. Idem, ibidem, p. 158.

12. Idem, ibidem, p. 156.

13. Idem, ibidem, p. 157.

14. Idem, ibidem, p. 158.